quinta-feira, 31 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Blinding
"No more dreaming of the dead as if death itself was undone
No more calling like a crow for a boy, for a body in the garden
No more dreaming like a girl so in love, so in love
No more dreaming like a girl so in love, so in love
No more dreaming like a girl so in love with the wrong world..."
(Florence And The Machine)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
...suas azaleias floresceram...
de repente ela se viu, pela primeira vez, mencionando ele no passado. vinte e três dias molhados. subitamente ela desviou o rosto e olhou para uma árvore.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Quatro mãos...
...alva como um vento noturno que movia a cortina dos sentidos improváveis..........
arrisco alguns passos e...ao respirar a fresta gelada sinto os olhos de gotas infinitas me sorrir.
Eu posterguei a dúvida e dispenso entendimentos...
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Sobre a confiança

um difícil elo a ser construído e mantido
uma vez firmado, para sempre
e as cordas negras balançam a cada passo vermelho
o que contar para o chão? Você ja esteve nele tantas vezes...
uma vez firmado...
os sons oprimidos na caixa cinza
porque o silêncio conta verdades
o medo virou o único sentimento que você conhece
mas quem pode saber? quem pode...
é aquele que conhece as marcas na parede...
poderia desenhá-las no escuro
o desperdício de uma vontade escorre por entre os olhos pálidos
um movimento errado...
caindo...caindo...
e o azul se esvai pelos segundos enferrujados
fundo negro sem superfície
não pulsa mais
mas quem quer saber? quem quer...
o sol atrapalha o estado das coisas
palavras sem ponto final...frases inacabadas
a confiança...
uma vez quebrada, para sempre
a confiança...
sangue jorrando pelos poros lacrimejantes.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Depois de ontem
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Porque é inacabado...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Definitivamente talvez
o ressoar dos velhos lugareso mesmo chão arranhado
pisar em qualquer coisa de cor e cheiro
texturas que contam histórias
acompanhar o contra fluxo temporal
voltar. voltar.
a poeira renovada alinhando o caminho
suaves notas rascunham a visão
quero deixar para trás ruídos circulares
toda a sujeira, egoísmo, mentiras
que insistem, sufocam, rasgam pelo avesso
ruídos circulares como uma jaula sem porta
vento escuro dá lugar ao não sei onde
e se vai. vai...
o gosto da terra visita vontades
de tudo o que eu não sei
da falta de senso que por vezes é boa
do parar continuando
eu só gostaria de voltar a me ver novamente...
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