sexta-feira, 25 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Voa
No meio da própria engrenagem
Balança entre o quase
Vacilante fio solto
Afeto aéreo tão leve nem pousa
Sincero de coisa nenhuma
Beijo de espumas frias
Sombras enferrujadas entre os dentes
Chora pelo nem tanto
Mas quem não tenta já é perdido entre as unhas do inverno
segunda-feira, 2 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Poá de dois
Irresistível quem sabe o que quer.
Com a leveza de gestos despretensiosos
Uma hora de descuido providencial
É quando sorrimos verbos afins
Depois aquele chocolate com morango
Eterno bailarino do efêmero
Lindo, ele.
Balão também.
Com a leveza de gestos despretensiosos
Uma hora de descuido providencial
É quando sorrimos verbos afins
Depois aquele chocolate com morango
Eterno bailarino do efêmero
Lindo, ele.
Balão também.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Entre tempos
Linhas tramadas a cada tropeço do vento...
O tempo frio de hoje se veste de querer.
Sinergia invisível, bonita de sentir.
Livre do escuro que sopra dúvidas.
Finalmente sente o verde leve do respiro envelhecido.
Emaranhado cortante. Fuga arrastada. Outro caminho.
-Nem sempre há como voltar, eu digo.
E eu sorrio por um segundo. E você nem viu.
Monólogo para além do tempo.
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quarta-feira, 7 de maio de 2014
Monolítico
O homem sabe aquilo que vive. O mais, muito provavelmente, é retórica de vaidade.
É sobre a leveza do sentir.
Relativizar.
Colorir portas e fugir de bolhas pretensiosas e unilaterais.
E só, até não mais.
terça-feira, 6 de maio de 2014
Não mais "se"
Melancolia densa ao dormir do sol...
Lenta. Muda. Molhada.
Engasga respirando o verbo de malquerer.
Pretenso como o limite do abismo de inverdades.
Escurece ao avesso da fina teia e a desfaz.
Desnuda de significados, ela costura mais uma vez.
Só mais uma vez.
Seremos breves.
Seremos fim.
Lenta. Muda. Molhada.
Engasga respirando o verbo de malquerer.
Pretenso como o limite do abismo de inverdades.
Escurece ao avesso da fina teia e a desfaz.
Desnuda de significados, ela costura mais uma vez.
Só mais uma vez.
Seremos breves.
Seremos fim.
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