terça-feira, 28 de junho de 2011

"Acontece que....eu sempre fui um tolo"

às vezes gostaríamos de.

o tempo, a vontade e a atitude.

sente que é certo, vá. sem medo de críticas ou ofensas.

o covarde se esconde atrás do cadeado medíocre da raiva.

mãos de ferro nunca sentiram a textura real, como confiar nas palavras dos sentidos?

se um dia isso enferrujar, você apenas entenderá o significado do sol.

Ele não.

sábado, 30 de abril de 2011

As cores da leveza

quinta-feira, 31 de março de 2011

o hoje


ela um dia foi comprar pão e esqueceu de voltar, a vida.

domingo, 20 de março de 2011

Mad World......"Donnie Darko"

domingo, 13 de março de 2011

sem borboleta...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Blinding





"No more dreaming of the dead as if death itself was undone
No more calling like a crow for a boy, for a body in the garden
No more dreaming like a girl so in love, so in love
No more dreaming like a girl so in love, so in love
No more dreaming like a girl so in love with the wrong world..."

(Florence And The Machine)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010




são palavras costuradas por lacunas à espera do corte final

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

...suas azaleias floresceram...




de repente ela se viu, pela primeira vez, mencionando ele no passado. vinte e três dias molhados. subitamente ela desviou o rosto e olhou para uma árvore.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Quatro mãos...



...alva como um vento noturno que movia a cortina dos sentidos improváveis..........
arrisco alguns passos e...ao respirar a fresta gelada sinto os olhos de gotas infinitas me sorrir.
Eu posterguei a dúvida e dispenso entendimentos...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Sobre ilusões



a única verdade que ele conhece esta na chuva....nada-mais-somente-hoje.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Simplesmente Vincent....

domingo, 19 de setembro de 2010

Sobre a confiança


um difícil elo a ser construído e mantido
uma vez firmado, para sempre
e as cordas negras balançam a cada passo vermelho
o que contar para o chão? Você ja esteve nele tantas vezes...
uma vez firmado...
os sons oprimidos na caixa cinza
porque o silêncio conta verdades
o medo virou o único sentimento que você conhece
mas quem pode saber? quem pode...
é aquele que conhece as marcas na parede...
poderia desenhá-las no escuro
o desperdício de uma vontade escorre por entre os olhos pálidos
um movimento errado...
caindo...caindo...
e o azul se esvai pelos segundos enferrujados
fundo negro sem superfície
não pulsa mais
mas quem quer saber? quem quer...
o sol atrapalha o estado das coisas
palavras sem ponto final...frases inacabadas
a confiança...
uma vez quebrada, para sempre
a confiança...
sangue jorrando pelos poros lacrimejantes.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Depois de ontem


horas amareladas arrastam a aflição de segundos espremidos por mãos que sorriem querendo matar...por dentes que beijam tecidos rasgados ...por vontades que se calam anunciando o fim...